<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536</id><updated>2008-06-26T10:39:36.186-07:00</updated><title type='text'>Blogger da CUFDB - Investigações</title><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-1785363984767819975</id><published>2008-06-26T10:38:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T10:39:36.228-07:00</updated><title type='text'>26 de julho, dia do Detetive Particular.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parabéns a todos nós detetives particulares. Hoje é o nosso dia!!!!&lt;br /&gt;Desejo-lhes muito sucesso, paz e prosperidade. Que Deus continue sempre iluminando nossos passos, pois afinal, na profissão, vivemos indubitavelmente em prol de concertar os erros dos outros, na verdade deveríamos até ser considerados como anjos.&lt;br /&gt;Sucesso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ser detetive é trabalhar com a inteligência desvendar mistérios e provar a verdade” Edilmar Lima. &lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/06/26-de-julho-dia-do-detetive-particular.html' title='26 de julho, dia do Detetive Particular.'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=1785363984767819975' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/1785363984767819975'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/1785363984767819975'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-2023061881840008077</id><published>2008-06-16T08:09:00.000-07:00</published><updated>2008-06-16T08:11:01.603-07:00</updated><title type='text'>Barreto propõe o Dia do Detetive Particular</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Deputado pretende homenagear a categoria instituindo o dia estadual do profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ LUÍS LARANJA&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Hermínio J.Barreto (PL) apresentou um projeto de lei que institui o Dia Estadual do Detetive Particular, a ser comemorado anualmente no dia 26 de junho. Na opinião do parlamentar o detetive tem sua função específica e deve desempenhá-la com nobreza e eficiência sem pretender exercer atividades policiais.&lt;br /&gt;“Ele não é policial, é detetive particular. Aliás, uma profissão tão sigilosa e se o detetive pretender bancar o policial e prender todo mundo, sua missão simplesmente fracassará”, avaliou Barreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a profissão de detetive particular até o ano de 1975 era desconhecida. Dados do Governo do Estado de São Paulo mostram que a polícia paulista reprimia o exercício da mesma chegando ao abuso de deter quem fosse encontrado portando a “carteira de detetive”, que era fornecida pelas escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Barreto, a homenagem ao detetive particular em Mato Grosso, é pelo trabalho que a categoria vem prestando a população. “Se ele preocupar-se em manter segredo nas suas informações, certamente reunirá provas suficientes para elucidação de qualquer caso. Esta é a missão do detetive particular. Investigar diretamente, discretamente, obter o maior número de informações possíveis”, lembrou o parlamentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a profissão de detetive é livre, todavia, emvirtude de Lei, qualquer pessoa pode exercer a profissão sem ser molestado, em razão de não ter poderes para fiscalizar aqueles que atuam na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto destacado pelo deputado é pelo fato de que o detetive esclarece e desvenda fatos sem, no entanto, precisar prender ou ameaçar as pessoas. “Muito menos, portar arma indevidamente. A arma denuncia o detetive e pode prejudicar suas investigações, pois ela intimida o investigado”, explica Barreto. ”Ser Detetive é trabalhar com a inteligência, desvendar mistérios e provar a verdade”, completou o deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações:&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação da Assembléia Legislativa&lt;br /&gt;Fones:3901-6310/6283&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/06/barreto-prope-o-dia-do-detetive.html' title='Barreto propõe o Dia do Detetive Particular'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=2023061881840008077' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/2023061881840008077'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/2023061881840008077'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-1421993502057241524</id><published>2008-05-19T09:08:00.000-07:00</published><updated>2008-05-19T09:10:57.073-07:00</updated><title type='text'>Indenização por traição</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;18.05.2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex-maridos entram na Justiça para receber indenizações por traições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está escrito no Código Civil: no casamento, é dever de ambas as partes assistência ao companheiro, sustento e guarda dos filhos, respeito e consideração, além de - tchan tchan – fidelidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você faria se descobrisse que foi traído? E pior: que todo mundo ficou sabendo! Pois é. No Distrito Federal, um ex-marido ganhou na Justiça uma indenização por ter apanhado a mulher no flagra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço da traição? O Tribunal de Justiça do Distrito Federal definiu: R$ 7 mil. O juiz Sandoval Oliveira foi o relator da decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um que for traído pode entrar na Justiça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não é o simples fato de ter sido traído. São as circunstâncias em que o fato aconteceu”, explica Sandoval Oliveira, juiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato, a traição, aconteceu em Planaltina, uma cidade próxima a Brasília. O ex-marido, que vamos chamar de E.R., recebeu um telefonema no trabalho: um amigo avisou que havia um ladrão no apartamento dele e que a mulher era mantida refém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E.R. saiu correndo do trabalho, pediu ajuda ao porteiro e a vizinhos e invadiu o próprio apartamento. Quando entrou no quarto encontrou a ex-mulher com outro homem, os dois pelados, na cama do casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos autos dizem que ele se sentiu bastante constrangido e humilhado pelo fato de ter sido traído pela mulher na sua própria cama. Ele entrou na Justiça e conseguiu a separação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O adultério não é crime tipificado no Código Penal mais, já foi. Hoje não é. Mas a prova do adultério, se você conseguir provar ao juiz que houve o adultério, o juiz pode extinguir o casamento com base nisso”, explica Bernardo Moreira Garcia, diretor do Instituto Brasileiro Direito da Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, o ex-marido pediu uma indenização por danos morais, alegando que a traição tinha acabado com a auto-estima dele. Na primeira instância, o juiz determinou o pagamento ficou em R$ 14 mil. Mas a esposa recorreu, dizendo que não havia provas do abalo psicológico do ex-marido. E alegou que ganhava pouco e por isso conseguiu reduzir o valor para R$ 7 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sem dúvida foi um constrangimento e foi público, parece que foi com base nisso que se aplicou a pena por dano moral”, diz Bernardo Moreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão desse caso foi baseada em dois processos parecidos. Ex-maridos ganharam indenização das ex-mulheres por terem sido traídos. Não houve o flagrante público, mas os enganados descobriram depois da separação que os filhos que tinham assumido durante o casamento, na verdade, eram de outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desses maridos ficou 20 anos achando que era pai dos filhos do amante. Ele ganhou R$ 200 mil de indenização, mas não quis gravar entrevista. O outro topou contar, porque entrou na Justiça sem revelar a identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Era de uma pessoa que se pode dizer recatada. Só que eu viajava muito”, diz ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele só desconfiou quando a ex-mulher pediu a separação 15 dias depois do nascimento da filha. “Tivemos que ir atrás de indícios, provas, mas o que realmente acertou foi o laudo do Dr. Emerson, o obstetra, que provou que entre os dias 17 de janeiro e 19 de janeiro havia sido feita a concepção e eu estava viajando nesse dia”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto vale esta traição? “R$ 15 mil, mas o sofrimento não paga, não paga”, afirma o marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje nenhuma das mulheres condenadas pagou a indenização ou porque recorreu ou porque desobedeceu a Justiça. Procuradas, elas não quiseram dar entrevistas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fantástico - Rede Globo - TV.&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/05/indenizao-por-traio.html' title='Indenização por traição'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=1421993502057241524' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/1421993502057241524'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/1421993502057241524'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-7109058804475935864</id><published>2008-02-28T13:20:00.000-08:00</published><updated>2008-02-28T13:27:05.445-08:00</updated><title type='text'>CPI fará audiências com detetive e empresas antigrampo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tempo real - 27/02/2008 18h26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CPI fará audiências com detetive e empresas antigrampo &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas aprovou há pouco requerimento do deputado Marcelo Guimarães Filho (PMDB-BA) convocando o dono da Central Única de Detetives, Edilmar Lima, para prestar depoimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foi aprovado requerimento do deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL) para convocação dos responsáveis legais das empresas ItecDifffusion.com (de equipamentos eletrônicos de vigilância), Ability BR Soluções em Segurança, Sip-Tecnologia (Telesatel), Bremer Serviços Empresariais e Directiva Tecnologia, para prestar informações sobre suas atividades à CPI. Todas são empresas ligadas ao setor de fornecimento de equipamentos antigrampo telefônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CPI ainda deferiu requerimentos do presidente da comissão, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), para expedição de ofícios dirigidos às operadoras de telefonia. O objetivo é obter informações sobre diversos assuntos. Também foi aprovado o requerimento do deputado Carlos Willian (PTC-MG) para convocação do procurador regional da República da 1ª Região Nicolao Dino de Castro e Costa Neto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os requerimentos foram aprovados depois do depoimento do gerente de Operações Especiais da Oi Fixo (antiga Telemar), Arthur Madureira de Pinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CPI volta a se reunir amanhã, às 10 horas, no plenário 16, para ouvir o diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para Segurança das Comunicações (Cepesc), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Otávio Carlos Cunha da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reunião foi encerrada há pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Redação/RT - Agência Câmara&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/02/cpi-far-audincias-com-detetive-e.html' title='CPI fará audiências com detetive e empresas antigrampo'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=7109058804475935864' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/7109058804475935864'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/7109058804475935864'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-3005082999342201764</id><published>2008-02-25T10:55:00.001-08:00</published><updated>2008-02-25T11:02:14.501-08:00</updated><title type='text'>Investigando filhos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pais pagam para espionar filhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo Camarão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefone celular do detetive particular Humberto Pires toca, ele se ajeita no banco do carro estacionado perto de um condomínio do Leblon, enquanto a parceira prepara a filmadora. Do outro lado da linha, um desembargador avisa que seu filho de 18 anos acabou de sair. Na véspera, o magistrado tinha procurado a Central Única Federal dos Detetives com objetivo de contratar alguém para seguir o jovem. Cada vez mais, casos como esse têm se repetido nas classes médias e altas da Zona Sul e Barra da Tijuca. São pais desesperados que gastam até R$ 5 mil para saber, em 15 dias, se os filhos, de 15 a 23 anos, usam drogas ou envolvem-se em casos como o dos jovens que espancaram a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto, semanda passada, na Barra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais autorizam a entrada do detetive no quarto do filho. Os objetos são vasculhados minuciosamente. Microcâmeras, estrategicamente posicionadas. No computador, os arapongas instalam o CD espião, programa que grava tudo o que é digitado em sites de relacionamento, como o Orkut, ou em programas de bate-papo, como o MSN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de campo não é desprezado. Eram 18h de uma sexta-feira, quatro meses atrás, quando o filho do desembargador explicou ao pai que veria amigos no Shopping Rio Sul, em Botafogo. O jovem encontrou-se lá com quatro adolescentes, mas entrou num Honda Civic e foi para a Favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão. O motorista, um jovem de 20 anos, comprou maconha, voltou para o carro e os cinco seguiram para o Morro da Fé, na Vila da Penha. Duas horas depois, estavam no baile funk da Chatuba, na Penha. Já eram 2h de sábado quando o Honda Civic estacionou em frente ao condomínio de classe média alta do Leblon e o filho do desembargador saltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo atrás, Pires encostava o carro com três horas e meia de imagens do passo-a-passo dos adolescentes. Um dia depois, o aparelho de DVD do apartamento do Leblon exibia durante uma hora as cenas chocantes para um pai arrasado. O desembargador não resistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele colocou as mãos no rosto e chorou por alguns minutos - lembra o detetive, 25 anos. O pai prometeu tomar providências, mas até onde o investigador sabe, nada foi feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pires é um detetive particular que se especializou nesse tipo de caso. Por mês, diz que 20 pais o procuram, interessados em contratar seus serviços de espionagem. Quinze fecham o serviço. O tipo de trabalho é batizado entre os arapongas de filhos com drogas, assim como há casos de infidelidade conjugal - ainda o grande filão - e espionagem industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo Pessoa, da Central Nacional de Assessoria em Investigação (Cnaispy), trabalha em monitoramento de filhos de clientes desde 1998. Reivindica a autoria da expressão que passou a refletir o ponto em que o comportamento dos jovens dentro de casa já é um verdadeiro mistério para os pais. Por mês, o detetive é contratado para seguir, em média, cinco filhos de empresários, médicos, juízes ou advogados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tivemos o caso de um jovem que roubava dinheiro da carteira dos pais - conta Rodrigo. - Ele ainda torrou um carro e dois celulares por causa do vício em crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bechara Jalkh Júnior é filho de uma lenda na investigação particular e fã de Sherlock Holmes. Aos 25 anos, tem oito de trabalho na empresa de assessoria e pesquisa do pai e coordena, desde fevereiro, o primeiro curso técnico de investigação do Brasil, na Universidade Estácio de Sá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muitos têm receio de expor o filho. Acham que o detetive particular é aquele cara de bigode e cachimbo, escondido atrás do jornal. Quando o pai nos contrata, o filho já está, muitas vezes, no fundo do poço. Por isso, indicamos psicólogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sócio da Central Única Federal dos Detetives, em Brasília, Edilmar Lima, 31 anos, acha que pagar de R$ 3 mil a R$ 5 mil por uma investigação que dura de uma semana a 15 dias é investimento. Em poucos anos, o número de casos de filhos com drogas da agência quintuplicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Melhor gastar agora do que acordar de madrugada com uma ligação do delegado, dizendo que seu filho ateou fogo em um índio - exemplifica Lima, ao citar o caso do pataxó Galdino Jesus dos Santos, há 10 anos, em Brasília. - Muitos pais não percebem que os filhos não precisam só de bens e dinheiro. Precisam de mais atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JB ON LINE&lt;br /&gt;========== &lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/02/investigando-filhos.html' title='Investigando filhos'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=3005082999342201764' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/3005082999342201764'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/3005082999342201764'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-4904366275646682118</id><published>2008-02-25T05:23:00.000-08:00</published><updated>2008-02-25T05:25:25.834-08:00</updated><title type='text'>Espionagem é parte integrante da política</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;GRAMPOS - Espionagem é parte integrante da política&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vasconcelo Quadros Brasília - JORNAL DO BRASIL &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criada para investigar a rede de espionagem que cresceu graças à fragilidade do sistema telefônico e à omissão do poder público, a CPI do Grampo, ainda sem um foco objetivo, patina na Câmara. Mas os deputados que participam das investigações têm razão pelo menos num ponto: o grampo e a espionagem praticamente fazem parte da política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estimo que 40% dos políticos e empresários de Brasília estão no grampo e ou recorrem a detetives particulares - afirma o proprietário de uma das maiores empresas do gênero, Edilmar Lima, da Central Única dos Detetives, dona de um cadastro com cerca de 8 mil arapongas em todo o país e uma clientela média permanente de pelo menos 20 parlamentares do Congresso, entre deputados e senadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele nega que faça ou permita a espionagem ilegal, não revela o nome de clientes, mas diz que a preocupação de parlamentares que se consideram alvos de monitoramento não é mera paranóia. Lima lembra que a lei protege atividades de investigação na área privada, mas também admite, sem rodeios, que uma boa parte dos detetives particulares recorre, sim, ao grampo clandestino como meio de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É arriscado, mas muitos usam grampos. - diz. Quem os procura também já está agindo de má-fé. O problema é que, quando não há flagrante, o grampo não deixa vestígios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atuação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último levantamento sobre a amplitude dessa rede dá conta de que que existem no país cerca de 120 mil detetives particulares, agregados a empresas de segurança privada ou atuando em faixa própria - a grande maioria na completa informalidade. Os órgãos policiais não exercem qualquer controle sobre a atividade, o que torna a espionagem uma rotina numa cidade como Brasília, onde a intriga - alimentada pela corrupção, disputa pelo poder e a tradicional promiscuidade entre atividade parlamentar e negócios - freqüentemente está associada à política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quatro em cada dez pessoas que procuram um detetive querem o grampo - calcula o detetive. - Se não há controle oficial sobre sobre a escuta autorizada pela Justiça, imagine então como é na área privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora Lima negue que seu escritório opere na clandestinidade, no ano passado, ele virou personagem da onda de denúncias publicadas pela revista Veja contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Chegou a ser apontado como o detetive contratado por Renan para espionar um adversário, o senador tucano Marconi Perillo. Uma investigação do Senado concluiu que ele nada tinha a ver com o assunto e que nem o ex-presidente do Congresso - absolvido pouco depois - havia encomendado a espionagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;[ 25/02/2008 ] 02:01&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/02/espionagem-parte-integrante-da-poltica.html' title='Espionagem é parte integrante da política'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=4904366275646682118' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/4904366275646682118'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/4904366275646682118'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-6710601336183246417</id><published>2008-02-24T16:25:00.000-08:00</published><updated>2008-02-24T16:27:14.561-08:00</updated><title type='text'>ESCUTAS TELEFÔNICAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Polícia investiga grampos ilegais de detetives &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Allan de Abreu e Júlio Cezar Garcia&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por determinação do Ministério Público Estadual (MPE), a Polícia Civil instaurou inquérito para investigar cinco agências de detetives em Rio Preto, suspeitas de praticar interceptações telefônicas e ambientais ilegais em serviços particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apuração no inquérito 069/2007, aberto em 6 de julho, ficará a cargo da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). "Se não combatermos essa prática com rigor, vamos assistir a uma anarquia sem limites na invasão de privacidade de qualquer cidadão", justificou ontem o promotor Antonio Ganacin Filho, que requereu a investigação. "O pior é que essas coisas acontecem a pedido de alguém. Por trás desses delitos, tem sempre aquele que paga para o sujeito grampear a mulher, o marido, os amantes, os sócios. Todos eles têm alguma culpa", disse o promotor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganacin tomou conhecimento dos suspostos abusos por meio de reportagem do Diário. Em junho, o jornal revelou com exclusividade que detetives particulares da cidade estão usando a escuta telefônica, a escuta ambiental e o rastreamento telefônico como ferramentas comuns nas investigações de traição conjugal e espionagem empresarial e política. A reportagem apurou que os "investigadores particulares" cobravam de R$ 150 a R$ 450 por dia, dependendo da complexidade do caso. Já o preço do pacote completo de investigação chegava a R$ 3 mil. À época, a reportagem falou com 12 detetives. Desse total, cinco se dispuseram a fazer os grampos ilegais. O delegado-assistente da DIG, José Augusto Fernandes, nomeado para a investigação, disse que o suposto crime é grave. "Não pode ficar impune."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O delegado não quis detalhar quais serão os procedimentos do inquérito com o argumento de que poderiam atrapalhar as investigações. Ele ressaltou apenas que as diligências já estão em andamento e que, na etapa final, os cinco detetives citados na matéria serão convocados a depor. Os jornalistas responsáveis pela publicação foram intimados a prestar esclarecimentos na próxima semana. Para apurar a informação, a reportagem se passou por interessada nos serviços de investigação particular. As quatro agências que ofereceram grampos ilegais são Detetive Serra, AG Investigações, Detetive Freitas e JP. A detetive Virgínia, "especializada em casos conjugais", negou fazer grampos em telefone, mas se dispôs a instalar um aparelho no interior do veículo da pessoa investigada que grava conversas da vítima. Para conseguir instalar as escutas, os detetives disseram subir em postes telefônicos, se infiltrar na residência da vítima ou até mesmo clonar aparelhos celulares. "Temos de contratar uma pessoa para ficar virando as fitas (no poste), entendeu? Porque grava tudo", disse a detetive Mila, da AG Investigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Detetives negam crime&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O diretor da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, Edilmar Lima, admitiu à época que alguns detetives agem na clandestinidade. "Infelizmente crimes na profissão são cada vez mais comuns, e o grampo é o principal deles", disse. Procurados pelo Diário, os detetives negaram ter oferecido grampos telefônicos e escutas ambientes aos repórteres que se passaram por clientes. "Só faço grampo com autorização judicial ou se o telefone estiver no nome do próprio cliente." Questionado se não é somente a polícia e o Ministério Público que têm legitimidade para solicitar grampos à Justiça, Freitas disse que "às vezes o delegado pede, a polícia tá sem equipamento, e eu faço". Com relação à interceptação oferecida quando a reportagem se passava por cliente, o detetive disse ser apenas um gesto de educação. "Depois, pessoalmente, digo que não (faço grampo)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João, da agência JP, também negou. "Fui procurado há duas semanas por uma pessoa que queria que grampeasse um funcionário de empresa. Disse que não fazia isso. Ele insistiu, e respondi que poderíamos conversar pessoalmente para ver o que poderia ser feito. Não faço grampo em hipótese alguma. Grampo é crime, conheço a lei." Virgínia, que disse à reportagem oferecer escuta dentro do carro do investigado, afirmou que nunca ofereceu esse serviço. "O que eu faço é anti-grampo (aparelho que detecta interceptações telefônicas)", disse. Ao ser informada que ofereceu o serviço a um repórter disfarçado de cliente, a detetive desmentiu a oferta. "Não faço escuta ambiental. Isso é fora da lei."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem, que se apresentou como Marcelo e cunhado de Virgínia, procurou a reportagem para dizer que a detetive só fornece o gravador digital ao cliente. "Isso você pode comprar em qualquer loja. Ela não faz escuta ambiental porque nem tem conhecimento técnico." O detetive Serra também negou fazer grampo. "O que eu faço é escuta, aquela que qualquer pessoa pode fazer em casa para monitorar o próprio telefone." Ouvido novamente ontem, Serra disse que foi mal-interpretado na primeira reportagem. "O grampo (interceptação telefônica) eu não faço de jeito nenhum, No caso de traição conjugal, eu oriento o cliente a instalar o gravador no próprio telefone. Oriento ele a ouvir a conversa. Eu não monitoro conversa privada de ninguém."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serra ressaltou que seu trabalho se restringe ao acompanhamento pessoal e fotográfico. "Tem muita gente que nos procura porque não sabe que para ouvir a conversa de uma pessoa dentro da própria residência basta instalar um gravador. Eu apenas dou essa orientação." O delegado José Augusto Fernandes não tem previsão de quando convocará os detetives particulares a prestarem depoimento sobre suas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diário da Região - São José do Rio Preto &lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/02/escutas-telefnicas.html' title='ESCUTAS TELEFÔNICAS'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=6710601336183246417' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/6710601336183246417'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/6710601336183246417'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-3454703669800159612</id><published>2008-02-18T05:22:00.000-08:00</published><updated>2008-02-18T05:24:04.814-08:00</updated><title type='text'>Furto na Petrobras traz à tona espionagem industrial</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Furto na Petrobras traz à tona espionagem industrial&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Heberth Xavier&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não olhe agora, mas o seu colega de trabalho ao lado é um espião. Essa frase, é claro, traz um exagero gigantesco. Mas funciona como uma caricatura de uma contradição real do capitalismo mundial, de volta às paginas dos jornais brasileiros, depois do roubo de dados sigilosos sobre pesquisas da Petrobras em um contêiner contratado pela própria empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A espionagem industrial é praticada há muitos anos, mas tem crescido a passos largos graças à tecnologia mais barata e ao aumento da competição entre as empresas”, resume Avi Dvir, diretor e dono da Ormax, uma empresa especializada em contra-espionagem localizada em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem espera grandes números para comprovar essa afirmação, porém, vai ficar esperando. É impossível. Dificilmente há assunto tão evitado pelas empresas quanto a espionagem industrial. Quem a pratica, por razões óbvias, só fala se for descoberto – ainda assim, só se a Justiça mandar. Quem é vítima, tem medo de ser encarado como vulnerável. De qualquer modo, a consultoria PricewaterhouseCoopers arriscou-se e, depois de ouvir 3,4 mil empresas em todo o mundo, divulgou que um quarto delas já foi vítima de algum tipo de espionagem praticada por concorrentes. O mesmo trabalho estima em mais de US$ 25 bilhões as perdas com roubos de propriedade intelectual apenas nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números, certamente, não são tão altos no Brasil, mas, se fossem medidos, impressionariam. Como nos outros países, a tecnologia tornou mais baratos os aparelhos para grampear telefones ou filmar anonimamente reuniões de executivos. Outro aspecto que parece ser unanimidade é que a espionagem, quase sempre, vem da própria casa, praticada por um funcionário contratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dvir, da Ormax, aposta nessa hipótese, ao falar do roubo na Petrobras. Com a autoridade de ser considerado um dos maiores especialistas brasileiros no assunto e autor do livro Espionagem Industrial (editora Novatec), ele não teme afirmar categoricamente: “Com pouca chance de erro, tudo indica que, se a investigação prosseguir e obter sucesso, chegará a alguém de dentro da Petrobras ou da Halliburn (a companhia americana responsável pelo transporte do contêiner do furto)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro especialista em contra-espionagem, Edilmar Lima, concorda. Para ele, que é diretor da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, mais da metade das ações de espionagem são feitas com a ajuda de um empregado contratado pela empresa vítima. “É provável que a Petrobras repetiu dois erros comuns nesses episódios: falha na admissão de pessoal e ausência de medidas preventivas”, diz Lima. Ele e Dvir também acham que a Petrobras, ainda que vítima, não pode ser isenta de culpa. “Se eu fosse diretor da Petrobras, mandaria gente embora. Medidas de segurança claramente não foram tomadas, como encriptar os dados nos computadores”, diz o diretor da Ormax. “Hoje, uma criptografia básica, de 256 bits, exigiria recursos enormes para decifrar, não é algo simples. E isso, tudo indica, não foi feito.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• LICITAÇÕES SUSPENSAS ATÉ FIM DAS APURAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia Federal (PF) informou ontem que a investigação correrá sob total sigilo. Também investiga o caso a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A PF trabalha com duas hipóteses: roubo simples ou espionagem industrial. O contêiner do qual as informações foram furtadas estava em um navio que partiu do Porto de Santos (SP) em 18 de janeiro em direção a Macaé, situado no Norte fluminense, onde a Petrobras tem sua base de operações na Bacia de Campos. O contêiner chegou 12 dias depois, quando seguranças perceberam que o cadeado havia sido violado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso já levou o governo a decidir não promover nenhuma licitação para exploração das reservas de petróleo dos campos de Tupi e Júpiter até o esclarecimento do furto dos computadores. As licitações já estavam suspensas desde que a Petrobras divulgou suas descobertas de um megacampo de petróleo na camada pré-sal naquela região. Vão continuar na gaveta até a conclusão das investigações. O temor é de que os dados dos computadores, que podem conter informações sigilosas sobre localização e extensão dos poços de Tupi e Júpiter, caiam nas mãos de empresas interessadas em explorá-los. Isso poderia conferir vantagem para essas empresas no processo de licitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, disse que há indícios de que o furto de dados pode estar relacionado a um caso de espionagem industrial. No entanto, ela não citou o motivo dessa suspeita do governo. Dilma qualificou o roubo como “lamentável, mas não catastrófico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espionagem industrial é crime, mas são poucos os casos em que alguém termina na cadeia ou paga pesadas multas. “Mais do que constatar a espionagem, o complicado é prová-la e buscar os cabeças da operação”, diz o advogado Luiz Flávio D’Urso, presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas. Roubo de informações é comum e crescente no mundo e no Brasil. Para especialistas, caso na estatal brasileira deve ter contado com participação de funcionários da própria empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Estado de Minas&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Publicado em: 16/02/2008&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/02/furto-na-petrobras-traz-tona-espionagem.html' title='Furto na Petrobras traz à tona espionagem industrial'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=3454703669800159612' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/3454703669800159612'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/3454703669800159612'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-5852283231238098750</id><published>2008-02-15T17:12:00.000-08:00</published><updated>2008-02-15T17:13:53.772-08:00</updated><title type='text'>CHRONICLES OF A DETECTIVE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;CHRONICLES OF A DETECTIVE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDILMAR FILES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chronicles of a Detective is a book that approaches one of the themes that more attracts the people, the betrayal. Through real cases, Edilmar Lima approaches several aspects of the uncontrollable " desire " of linking with other people. It is a book for who already betrayed, for who thinks is being betrayed and for who thinks in betraying. He makes to think us to what extent the infidelity does be worthwhile. Will it be that the betrayal is a worthy attitude in some case? What does make to betray him? Subsistence? Will it be that are entitled of playing with the life of whom in the vow love? Who is betrayed suffers a lot; it can be with a scar in the soul forever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The traitor has a lot of responsibility, because omitting a parallel loving life, it can be removing your partner's opportunity it to be happy with other person that gives him/her value. Remember that today several ways exist of knowing if we are being betrayed. She to betray it is your life objective, make right, and try not to leave traces, vestiges, because a detective can be behind you. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;This is a true banquet for who likes chronicles about the temptations of the life... This book, based on real cases, shows the human being difficulty well in working with the " provocations " of the day by day. A woman a lot of wonderful, charming and sensual times it is something irresistible for many men, even for those that have a beautiful family, very educated children, a kind wife and, a lot of times, beautiful also...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The temptation is so big that so much the man as the woman places everything in risk, they play everything upward for minutes of pleasure... minutes of pleasure and later hours and days of torment, of blame feeling, after the facts that come to the surface. This is a book that stimulates a reflection on the values of the life, the weight of certain impulsive acts and your consequences. Certainly an excellent entertainment...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The author approaches in this book several aspects of the investigation. It is a work that arrests us, it magnetizes us, and therefore we always want to know the issues of your cases. Does that happen mainly because the book approaches the daily of most of the people... Who never had fear of to be being betrayed? Who did of detective never play already moving in your lover's things to discover infidelity vestiges? Who did never betray he/she/you? Who never had " weaknesses "? Certainly a book that will entertain him/her is, better still, will it help the dear reader to contemplate on the values of the life...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHAPTER I&lt;br /&gt;A dream becomes reality&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Many years ago, when I entered neither officially neither in my professional career, nor from a distance it imagined what the future reserved me. However, I was a sure: I didn't want to be just one more detective and yes, the detective. Then I thought to myself: when we believed in our potential and we worked for that it is evident that get to achieve success in our day; and, it was of that it sorts things out that happened with me thanks to God.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Returning a more little in the time, I remind that in meeting with friends and relatives, in the search of moral support to decide really that would be my career, I heard countless discouraged phrases, just as: " My son, will seek an employment, that doesn't give future for anybody ".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Those observations, actually, served so that I deepened me in my interests and they still motivated me more to look for my objective, especially because them nor they imagined that this was already my plan from boy, when still small, there in the interior where little one heard to speak in detective.&lt;br /&gt;I remember of when I was still small, he/she attended films and it already imagined the end, and in my head I already foresaw who could have made the crime or the fact that there was still entangled. It is I went like this growing, testing my deduction limits. The press, in a general way, was me important inspiration source, contributing in a certain way to my detective learning. He/she/you always accompanied the cases that were announced and, many of them, before even of they arrive at the end, I already deduced who could have made that fact that there was announced.&lt;br /&gt;I grew up in a small city of the interior of Goiás. We didn't have many resources as they are had in the current days. Internet was thing of the XXI century, television to cable nor we dreamed it, we just had as source of information the radio, the TV and the " midwives ", that were seated in front of the house where they lived. There the complete news section was had of what it happened in the neighborhood. All the gossips were known, except the ones that they were announced by the press, because for them that it mattered they were the gossips of there same, in other words, the one of the neighbors.&lt;br /&gt;For treating of a neighborhood where all knew each other, it was very easy to get information on anybody that they’re lived. The “midwives” announced any thing that happened. Then, I didn't need to walk a lot to be in the largest source of information than I could have.&lt;br /&gt;When still with little more than 10 years, it arrived from the school and he/she already got ready to be in front of the house hearing the gossips. It was always like this: me of " linked antenna " to capture the rumors. I caught my old and good pushcart and I will play under a pequi tree that gave a great shade. There I set up my net of information where could hear and to pick all the gossips. For them, the adults, I was just a child playing of pushcart and nor they imagined that I was a small " spy " in search of information.&lt;br /&gt;I remember very well of the expression that they did when they were publishing a gossip that was still innovation. There, they made the accusations, they investigated, they sentenced; there it was the midwives' tribunal ". And, me as a good " detective " was always for close, observing.&lt;br /&gt;It was habit: everyday at 17:00 o'clock they began to arrange the " tribunal ", they took chairs, crochets and the list of those judged of the day. When they didn't get to give an issue for the case, they always marked a new " audience " for the following day. Usually who did the judge's " paper it was the most intelligent of them, the one that fewer talked, and it was impartial. Few times it emitted some opinion, it was more in the listener position.&lt;br /&gt;She arrived after all already there were, and she installed asking on some fact that had happened in the neighborhood as, for instance: what did with Mr. Antonio " happen? Is it there they began the accusations. After few minutes they already had convict Mr. Antonio's poor, and the poor fellow at least to imagine that there was being did not judge by a fact that perhaps nor it had made. And the worst was than when they found somebody that they had already condemned; they made the good neighbors' paper.&lt;br /&gt;The fact is that that, in a certain way, moved with me. One day, I began to do detective's paper independently. I began to investigate the gossips and, in little time, the judgment sessions began being reduced until that practically ended. It is like this, of this it sorts things out, the detective that there am in me was born.&lt;br /&gt;To the 12 years, coming back from vacations with my family, I came across my first great case.&lt;br /&gt;My house had been invaded. An enormous hole in the wall revealed the invasion. At that time me nor it imagined that we could call the police for a case as this, then nothing did, however, we only covered the hole in the wall and ready. The days were passing if and me without sleeping, concerned in to discover who could have made that, because I already felt in the duty of solving that subject. I, with only 12 years, wanted to support the detective and to discover.&lt;br /&gt;Recollecting as I had found the place of the crime, I got many details that helped me in the investigation. A detail that called me the attention was the fact of we live there, there is a long time and we maintain a good relationship with the whole neighborhood, and up to where me I knew, we didn't have enemy. I find strange, but the form how the theft was made, it took me to have faith that was treated of revenge. Since then, I began to imagine who would be the criminal.&lt;br /&gt;From small I had the sharpened intuition, he/she already had a suspect, but as there was not anything that tied I with the crime I discarded it; I just had the knowledge that he was a person of bad nature, besides already it had made some thefts for the surrounding. That everything I had discovered in my investigations when he/she played of pushcart under the old pequi tree.&lt;br /&gt;After some two weeks, I had already made my first list of reasons so that I could suspect, I made me a lot of inquiries until that I reached the conclusion that was wrong for suspecting certain person. I remind that nor the best friends were free from my suspicions, all were suspicious.&lt;br /&gt;One of the principal details that took me to the elucidation of that case was my persistence. Even after almost two months I was still the sure that would discover. There I could notice that in practice the thing it is much more complicated, but even so, without practice, I obtained success in my investigation, I got to discover who had broken into the house where I lived until my 16 years.&lt;br /&gt;Good, who had practiced the theft, it was, anything but anything else less than, a friend that frequented my house almost everyday. Then he admitted me the reason that had taken him to practice such crime: just for envy, once he didn't have television, he thought I should not also have her. For him to know that it could not take it to your house, he had the precaution of selling it for the half of the price to buy another television. I never got to recover her.&lt;br /&gt;For a good detective, to discover the criminal is not enough in certain cases, we always looked for the repair of the damage or the devolution of the white object of the investigation, but in my case I didn't still know for sure that it was an investigation, I just knew that liked to challenge me same and to go thoroughly in some subject that didn't have any meaning for other children of my age.&lt;br /&gt;After having concluded my first mission I already felt a true detective, but nevertheless frustrated by not having recovered the white object of my small investigation. It is I went like this growing, acquiring a taste for the investigation and unmasking causes.&lt;br /&gt;When I completed 16 years, I moved to Brasilia, leaving the dozens of cases that it had investigated back, that served me of base and incentive for my growth and professional perfection. Perhaps if it doesn't root my perspicacity, dedication and persistence, I would never have turned me a detective.&lt;br /&gt;My family, which soon at the beginning didn’t bet in my success, today they are proud of me. I proved for them that who wants to expire has to struggle, to give up never. I always knew that the family is the base of everything, I judge important that our acts are always leaning for that, better like this, but it was not what happened with me.&lt;br /&gt;I had courage of facing the alone world and I got, thanks to God. I admit that the luck, in a certain way, smiled at me. From that then, I have as life slogan the following: never to have fear of facing the surprises of the life, until why, we can learn with them.&lt;br /&gt;It is like this, I learned that the mystery is inside of us same, and we have to unmask it. Try and try, it is not easy to break this imaginary barrier that we created our front. I can say that the fear transformed me in a winner. I was afraid, the fear it was terrible, I thought it would never get to be somebody, but, one day when I consulted the old and good friend pillow he spoke to me: you will be somebody and, not just one more CPF in the crowd. And to do to be worth this promise, I looked for with longing my objectives. I have to agree that was not easy and that one of the secrets of that victory was my courage of struggling allied my will of expiring.&lt;br /&gt;Certain time, when asked if it was accomplished me professionally, I answered that yes, but I know that a professional has to be always in search of the professional growth and, for that, this should always be in search of accompanying the humanity's evolution. And, thinking about that premise, it is what is always doing. This perhaps, it is my differential. Then that we are always the one among the others, and we will increase like this looking for the best not only for us, but also for the society as a completely.&lt;br /&gt;Some years later, already acting professionally, I began to catch cases and more cases. Me, however, I didn't have support of anybody of the family and nor either of another detective and, even so, it was every day in search not only of the professional growth; I also wanted to prove my family that they were wrong in relation to me, and that I was capable. It is important to remind that, for us to grow in the life we should abdicate of many good things, things these that can be substituted by the pleasure of that that we do.&lt;br /&gt;I remember the nights in that passed awake working. It arrived Friday, all leaving for the ballads and I working. I went very criticized by working so much like this. Some friends told me that I had to enjoy the life. Some laughed when I spoke to them that my amusement was my work. It is obviate that we should never become slave of what we do, but, though, to make an effort an inside little of our limits won't make badly some to anybody. &lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/02/chronicles-of-detective.html' title='CHRONICLES OF A DETECTIVE'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=5852283231238098750' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/5852283231238098750'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/5852283231238098750'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-933139221487910106</id><published>2008-01-02T05:03:00.000-08:00</published><updated>2008-01-02T05:04:40.630-08:00</updated><title type='text'>O Disse-não-disse sobre a história que saiu na VEJA.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O boi de piranha do Tempo Novo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O caso do disse-me-disse que mais parece um “disse-não-disse” envolvendo o senador Marconi Perillo e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, tendo como principal fio condutor e, agora, culpado, Fernando Cunha Júnior, revelou ao Brasil traços da intimidade do poder em Goiás. Mais do que isso, para nós, apontou para o nervo aberto das disputas políticas, quase sempre circundadas de mentiras e traições, envolvendo o grupo que antes se chamava Tempo Novo, mas que agora não pode ter mais nome já que se mostra acéfalo de líderes e representantes. O Tempo Novo se perde nas nuvens da calúnia, das traições de antigos companheiros, que vão à fogueira para livrar seus comandantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem da revista Veja mostrando um Marconi Perillo superestimado por ele mesmo, que teria a Polícia do Senado no seu encalço, revela bem mais do que está no relato de suas páginas. Perillo aponta que ouviu dizer algo de alguém e que repassou para outras pessoas o que ouvira, numa trama tão primitiva quanto perigosa, pois envolve nomes como o do governador deste Estado. Mais do que isso: parece querer criar uma atmosfera de álibi antecipado. A partir de agora, o que vier a ganhar as manchetes envolvendo o nome do senador tucano é fruto de perseguição. Como se Marconi Perillo fosse no Senado Federal algo além do bem e do mal, bem como o é na política de Goiás. Pura distorção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que, no entanto, os articuladores desta manobra não esperavam é que o assunto se tornasse tão desconexo e deslavado. E começou a ficar assim a partir do instante que a outra ponta da história, representada por Alcides Rodrigues, negou a veracidade do assunto, deixando todos na lama da mentira e da invencionice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobrou para um nome que já foi tido como o criador do Tempo Novo, este novo grupo político que derrotou Iris Resende e o PMDB goiano, até então imbatível. De herói estrategista a principal artífice de uma mentira, no meio de um fogo cruzado de um “disse-me-disse” infantil entre um senador e um governador, Fernando Cunha é, hoje, a grande vítima de uma armação que, ao que tudo indica, está longe de se acomodar. Cunha é o boi de piranha perfeito para os tropeiros das meias verdades, que são Alcides Rodrigues e Marconi Perillo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de toda a articulação malfeita, que deixou pontas em aberto e algumas vítimas, há ainda outra corrente de pensamento que ganhou vida nos corredores do Senado: Quem é Marconi Perillo dentro daquela casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque se no Estado de Goiás ele é tido como um político de sumo destaque, quando posto ao lado de nomes consagrados cuja história política se confunde com a história recente do Brasil, Perillo não passa de um tímido coadjuvante. Entre os senadores mais experientes era recorrente na semana de circulação da revista que o trouxe como vítima de um plano diabólico a chacota da armação: ninguém acreditava plenamente no uso de tal aparato de segurança e inteligência para pegar... quem? Marconi Perillo? Até mesmo entre os deputados goianos essa informação soou de forma estapafúrdia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fica no final do primeiro ato deste episódio é que mais do que a total desconexão de sintonias entre os antes aliados e irmãos de fé Alcides e Marconi, é a capacidade que ambos tiveram de, solene e tranqüilamente, entregar o fiel escudeiro de ambos, Fernando Cunha, para os leões. Hoje, no resumo desta opereta suspeita, Fernando Cunha é tipicamente o mentiroso, o traidor e o fuxiqueiro que criou sem quê nem porquê uma história histriônica como esta. Mais do que nunca ele é o mordomo, o que sempre leva a culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Marconi Perillo, fica a lição de que cada um tem o vice que merece. A mim, resta pensar que cada um tem o “Pedro Sahium” que merece. Coisas da política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto isto tudo acontece e as tendas do circo se incendeiam, Alcides Rodrigues desempenha o seu melhor papel, aquele que ele mais se sente à vontade em realizar: fica lá, só olhando, quieto, sem se mexer. Fica praticando a máxima mineira que diz: “Deixa do jeitinho que está pra ver o que acontece.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ernani de Paula&lt;br /&gt;presidente do PRB e ex-prefeito de Anápolis&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;em&gt;Diário da Manhã - Goiânia - GO.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2008/01/o-disse-no-disse-sobre-histria-que-saiu.html' title='O Disse-não-disse sobre a história que saiu na VEJA.'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=933139221487910106' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/933139221487910106'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/933139221487910106'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-8841768914875263455</id><published>2007-12-28T16:18:00.000-08:00</published><updated>2007-12-29T10:44:12.572-08:00</updated><title type='text'>Sobre o projeto de lei 2542/2007</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É forçoso reconhecer, desde já, a importância da aprovação do projeto em tela para nós detetives particulares e, porque não dizer, de maneira geral, para a sociedade como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe no Brasil, há mais de 40 anos, uma legislação específica – Lei Federal 3099/57 regulamentada pelo Decreto Federal 50532/61 – que nos permite exercer a atividade de detetive particular. Ao contrário do que muitos imaginam, nem de longe, não trabalhamos à margem da lei. Afinal, entendo que este preceito legal ratifica o reconhecimento tácito de nossa profissão, pelo Poder Público constitucional. O que ocorre talvez é falta de profissionalismo por parte de algum detetive particular, e como já é de praxe a generalização, se um comete erros, todos acabam pagando, esta é a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, entendo que ao passar dos anos esta legislação vem se tornando de certa forma arcaica, se comparada à época em que foi criada. Mas como vivemos num Estado Democrático de Direito, cabia-nos, em favor da profissão, reivindicar por melhorias e foi isso que fizemos. No entanto, ao contrário do que pensávamos, a matéria chegou a ser discutida, nos canais competentes, mas, por fim, não deu em nada, acabou por ser arquivada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, espero que possamos debater o assunto em Audiência Pública, no Senado, na Câmara Federal para chegarmos a um consenso comum, em prol da democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edilmar Lima&lt;br /&gt;Diretor – CUFDB – Investigações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tel: (61) 3382-4508&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.centralunica.com.br/"&gt;www.centralunica.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/sobre-o-projeto-de-lei-25422007.html' title='Sobre o projeto de lei 2542/2007'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=8841768914875263455' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/8841768914875263455'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/8841768914875263455'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-6308006705986349233</id><published>2007-12-28T13:30:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T13:31:50.808-08:00</updated><title type='text'>Projeto de Lei nº 2542 de 2007</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;CÂMARA DOS DEPUTADOS&lt;br /&gt;Projeto de Lei nº , de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Do Sr. Deputado JOSÉ GENOINO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a Atividade de Inteligência Privada, e dá outras providências”.&lt;br /&gt;O Congresso Nacional decreta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Esta lei regula a Atividade de Inteligência Privada, desempenhada por pessoas e empresas, dispondo sobre requisitos e outras imposições para o seu exercício e sobre o seu controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Para os fins desta lei, considera-se Atividade de Inteligência Privada aquela que, podendo ser exercida por pessoas, individual e autonomamente consideradas, e por empresas, tenha natureza, iniciativa e atuação eminentemente privadas e implique, dentro do território nacional, investigação, pesquisa, coleta e disseminação de informações, restritas ao âmbito de conhecimento sobre fatos e situações de interesse e para uso de seus demandantes, podendo abranger a realização de serviços de controle e de avaliação de riscos, no campo da inteligência competitiva, com possível utilização de equipamentos, técnicas, materiais e pessoal especializado, observadas as seguintes finalidades, características e formas de execução da Atividade prevista neste artigo:&lt;br /&gt;I – proceder à vigilância, individual ou institucional privada;&lt;br /&gt;II – realizar varreduras físicas, em pessoas e espaços internos e externos, bem como eletroeletrônicas ambientais, de interesse de contratante privado;&lt;br /&gt;III – realizar gravações e monitoramentos ambientais e de campo, ou de - e através de - qualquer meio de comunicação, desde que a realização do 2 respectivo serviço seja expressamente autorizada por um dos interlocutores envolvidos;&lt;br /&gt;IV – elaborar projetos de controle de riscos, utilizando-se de técnicas operacionais de inteligência, espionagem eletrônica, infiltração, cobertura, observação e investigação, sempre mediante a prestação de serviços controlados e fiscalizados na forma desta lei e para atender a interesses privados legitimamente contratados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º a atuação em Atividade de Inteligência Privada será controlada pela Agência Brasileira de Inteligência – ABIN, requerendo profissionalização específica, com prévia aprovação de seus praticantes em curso de formação e de capacitação, cabendo àquela Agência, na forma de regulamento específico, por intermédio de seu órgão competente ou mediante convênio:&lt;br /&gt;I – conceder licença e autorização para o exercício da Atividade de que trata esta lei e para o funcionamento de cursos de formação e de capacitação de agentes, bem como das respectivas empresas especializadas;&lt;br /&gt;II – fiscalizar a realização dos cursos e as empresas a que se refere o inciso I deste artigo;&lt;br /&gt;III – fixar o currículo dos cursos de formação e de capacitação;&lt;br /&gt;IV – estabelecer o efetivo de profissionais das empresas especializadas em cada unidade da Federação;&lt;br /&gt;V – autorizar a aquisição e a utilização de equipamentos destinados ao exercício da Atividade de Inteligência Privada, assim como controlar o uso dos equipamentos e técnicas nela empregados;&lt;br /&gt;VI – rever e renovar, anualmente, a autorização para funcionamento das empresas e a licença para o exercício da Atividade a que se refere o inciso I deste artigo;&lt;br /&gt;VII – aplicar às empresas e aos cursos a que se refere o inciso I deste artigo as penalidades cabíveis.&lt;br /&gt;Parágrafo único - Para o desempenho das atribuições previstas nos incisos II, IV e V, a ABIN poderá celebrar convênio específico com o poder público dos Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º As empresas especializadas em prestação de serviços de Inteligência Privada serão regidas pelo disposto nesta lei, pelos regulamentos dela decorrentes e pelas disposições pertinentes da legislação civil, comercial, trabalhista, previdenciária e penal.&lt;br /&gt;§ 1º As empresas que tenham objeto econômico diverso da atuação profissional em Inteligência Privada e que utilizem pessoal de quadro funcional particular e interno para a execução de tal Atividade em seu próprio interesse, passam a estar sujeitas ao cumprimento do disposto nesta lei, aplicando-se, no que couber, o prazo previsto no art. 6º desta lei.&lt;br /&gt;§ 2º São vedadas a estrangeiros a propriedade, a constituição e a administração das empresas especializadas a que se refere esta lei, bem como o exercício de tal Atividade por eles, em território brasileiro.&lt;br /&gt;§ 3º Os diretores, demais funcionários e empregados das empresas especializadas de que trata este artigo não poderão ter antecedentes criminais, sendo isto requisito básico para a concessão da licença e da autorização para funcionamento a que se refere o inciso I do art. 3º desta lei.&lt;br /&gt;§ 4º Para que as empresas especializadas operem nos Estados e no Distrito Federal, além da autorização para funcionamento prevista no inciso I do art. 3º desta lei, é indispensável haver a competente comunicação à Secretaria de Segurança Pública do respectivo Estado e a do Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º Agente, para os fins desta lei, é o profissional diplomado em curso regular de formação para o exercício da Atividade de Inteligência Privada.&lt;br /&gt;§ 1º São requisitos para o exercício da profissão de agente:&lt;br /&gt;I – ser brasileiro e não ter antecedentes criminais;&lt;br /&gt;II – ter: idade mínima de dezoito anos; instrução equivalente à 3ª série do segundo grau; sido aprovado em curso de formação de agente, realizado em estabelecimento autorizado a funcionar em conformidade com o disposto nesta lei;&lt;br /&gt;sido aprovado em exame de saúde física, mental e em avaliação psicotécnica;&lt;br /&gt;III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares.&lt;br /&gt;§ 2º O exercício da profissão de agente depende de prévio registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho, que será feito mediante a comprovação dos requisitos estabelecidos no parágrafo anterior.&lt;br /&gt;§ 3º Além do registro na correspondente Carteira de Trabalho e Previdência Social, será fornecida, pela empresa especializada empregadora ao agente, identidade profissional específica, que obedecerá aos padrões definidos na regulamentação desta lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º É assegurado ao agente:&lt;br /&gt;I – prisão especial por ato decorrente do efetivo exercício da Atividade, em se tratando de condenação por autoria ou co-autoria da prática de delito, desde que sem comprovação de dolo;&lt;br /&gt;II – seguro de vida em grupo, para si, esposa, se for o caso, e sucessores assim legalmente considerados, a ser feito pela empresa empregadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º As empresas especializadas e os cursos de formação de profissionais em Inteligência Privada, bem como os agentes, todos isolada ou solidariamente considerados conforme o caso, que infringirem disposições desta lei, ficarão sujeitos às seguintes penalidades, aplicáveis pela ABIN, ou, mediante convênio, pelos governos dos Estados e do Distrito Federal, conforme a gravidade da infração, levando-se em conta, ainda, a hipótese de reincidência e a situação econômica do infrator, neste caso quando se tratar de agente:&lt;br /&gt;I – advertência;&lt;br /&gt;II – multa de R$10.000,00 a R$100.000,00, quando agente, isoladamente considerado, e de R$50.000,00 a R$5.000.000,00, quando empresa especializada ou curso de formação, considerados ou não isolada ou solidariamente entre si;&lt;br /&gt;III – proibição temporária de funcionamento;&lt;br /&gt;IV – cancelamento do registro para funcionamento.&lt;br /&gt;Art. 6º As empresas especializadas já em funcionamento deverão proceder à adaptação de suas atividades aos preceitos desta lei no prazo de cento e oitenta dias, a contar da data em que entrar em vigor o regulamento da presente lei, sob pena de terem suspensas suas atividades até o implemento da condição estabelecida neste artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUSTIFICAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Atividade de Inteligência Privada vem se desenvolvendo de forma crescente em todo o mundo, mas, particularmente no Brasil, de maneira descontrolada.&lt;br /&gt;Em nosso país, trata-se de um segmento informal da economia, porque não está sujeito a qualquer regulamentação normativa, embora praticada, em grande parte, em âmbito empresarial, que movimenta considerável volume de recursos a título de prestação de serviços.&lt;br /&gt;Tal atividade compreende, desde a investigação comportamental (mais conhecidamente nos campos de investigação em casos de adultério, de dependência química de filhos e parentes, condutas sociais comprometedoras etc.), segmento este praticado pelos chamados “detetives particulares”, até a elaboração de cenários, de controle de riscos, da espionagem empresarial/industrial, infiltração, enfim toda a sorte de técnicas de violação e de investigação da intimidade e da privacidade das pessoas, tanto físicas, quanto jurídicas, promovendo a quebra da ocultação (legítima ou não) de condutas, de segredos e sigilos, de suas intimidades, com os mais diferentes objetivos.&lt;br /&gt;Não raro, tem ocorrido de até mesmo autoridades serem alvo dessas ações investigativas sem qualquer controle, merecedoras, por isso mesmo, de urgente regramento e fiscalização estatal.&lt;br /&gt;Importante notar que a regulamentação e a fiscalização dessa atividade, como preconizado neste projeto de lei, além de ensejar a sua formalização, mediante o seu reconhecimento profissional-formal e autorização legal de funcionamento, implicará a possibilidade de maior e mais eficiente tributação dos resultados econômico-financeiros da atividade, em geral encobertos pelo manto da informalidade, ademais de viabilizar geração de empregos e maior segurança social e laboral da respectiva profissão.&lt;br /&gt;Por outro lado, há que se considerar que a facilidade de comercialização de modernas tecnologias empregadas na atividade de Inteligência, envolvendo essa prática a banalização de atos de violação do sigilo das pessoas e instituições, tanto públicas, quanto privadas, recomenda urgência para o início de um rigoroso controle de sua utilização, sob pena de vir a ocorrer o indesejável aumento descontrolado da violação de direitos e garantais constitucionais.&lt;br /&gt;Essas são as razões principais que nos motivam a apresentar esta proposição, a fim de que o Estado venha a exercer seu poder regulamentador e fiscalizador sobre uma atividade que contém tão elevado grau de periculosidade à segurança das pessoas face às legítimas garantias que lhes são constitucionalmente asseguradas.&lt;br /&gt;De ressaltar que a ABIN, enquanto órgão central do Sistema Federal de Inteligência e no exercício das atribuições que lhes são inerentes, representa o que há de melhor, no campo da experiência técnica e profissional na respectiva área, para exercer, em nome do Estado, o controle e a fiscalização da Atividade de Inteligência Privada, nos moldes da competência hoje exercida pelo Departamento de Polícia Federal sobre as atividades de segurança. Daí que, à ABIN, nos termos do presente projeto de lei, caberá o exercício dessa ação de controle, visando a impedir que, doravante, proliferem profissionais clandestinos e inescrupulosos.&lt;br /&gt;Dessa forma, espero obter o consenso de meus pares para a aprovação do presente projeto de lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sala das Sessões, em, 05 de dezembro de 2007.&lt;br /&gt;Deputado JOSÉ GENOINO (PT – SP)&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/projeto-de-lei-n-2542-de-2007.html' title='Projeto de Lei nº 2542 de 2007'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=6308006705986349233' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/6308006705986349233'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/6308006705986349233'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-7188383977574943184</id><published>2007-12-28T10:22:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T10:25:52.861-08:00</updated><title type='text'>Polícia do Senado não foi usada para investigar senador</title><content type='html'>PRESIDÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apuração interna conclui que Polícia Legislativa não foi usada para investigar senador&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Polícia do Senado Federal concluiu, após a realização de inquérito instaurado para investigar denúncia publicada pela revista Veja do dia 5 de dezembro, que não houve uso da estrutura do órgão para investigar qualquer senador da República. De acordo com a reportagem da revista, a Central Única Federal dos Detetives do Brasil, com escritório em Brasília, teria sido acionada pela Polícia do Senado para levantar informações financeiras sobre o senador Marconi Perillo (PSDB-GO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a nota, lida em Plenário na noite desta terça-feira pelo presidente interino Tião Viana (PT-AC), investigação da Polícia Civil de Goiás, feita a pedido do senador Perillo, descartou a participação da Polícia do Senado na suposta "arapongagem". Além disso, prossegue o informe, os próprios detetives particulares citados pela revista teriam negado ter sido procurados por qualquer integrante da instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia diz ainda que "houve a utilização espúria da imagem da Polícia do Senado para a consecução de interesses que devem ser melhor investigados", e solicita o prosseguimento da apuração por parte dos órgãos competentes para que se apure "quem auferiu, de forma indecorosa, ganhos com a referida reportagem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instauração do inquérito dentro da própria Polícia Legislativa foi determinada pelo presidente interino, que solicitou o encaminhamento de suas conclusões ao Ministério da Justiça. O inquérito será encaminhado ao Judiciário nesta quarta, de acordo com a própria nota. O corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), informou que repassará as informações à Polícia Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marconi Perillo chegou a solicitar que a denúncia fosse incluída em uma das representações por quebra de decoro parlamentar contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), a que apurava a suspeita de que o então presidente do Senado teria utilizado um funcionário da Casa justamente para levantar informações a respeito do próprio Perillo e do senador Demóstenes Torres (DEM-GO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A representação, no entanto, foi arquivada por determinação do presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), após a absolvição em Plenário do senador Renan em um outro processo, o que apurava a denúncia de utilização de terceiros na aquisição de veículos de comunicação em Alagoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a íntegra da nota da Polícia do Senado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"NOTA DA POLÍCIA DO SENADO FEDERAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INQUÉRITO POLICIAL Nº 14/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revista VEJA, em sua edição n.º 2037, divulgou a reportagem intitulada ESPIONAGEM OFICIAL - POLÍCIA DO SENADO É ACUSADA DE CONTRATAR DETETIVES PARTICULARES PARA INVESTIGAR A VIDA DE SENADOR ADVERSÁRIO DO ENTÃO PRESIDENTE RENAN CALHEIROS -, de autoria do jornalista Otávio Cabral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a gravidade das acusações depositadas na referida matéria jornalística, ainda que sem a inserção de qualquer prova da participação da instituição Polícia do Senado, foi determinada pelo Presidente do Senado Federal, Senador Tião Viana, a instauração imediata de inquérito policial neste órgão para a cabal apuração do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instaurado o inquérito policial n.º 14/2007, a Autoridade Policial do Senado Federal concluiu preliminarmente que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- não houve uso da estrutura policial pertencente ao Senado Federal para investigar qualquer Senador da República;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- houve uma investigação prévia realizada pela Polícia Civil de Goiás, por intermédio de dois agentes policiais designados pelo Senhor Diretor-Geral da Polícia desse Estado, Dr. MARCOS MARTINS MACHADO, para apurar a pedido do Senador Marconi Perillo, possível devassa ilegal à sua vida. Nas declarações desses policiais, os mesmos negam qualquer participação da Polícia do Senado na suposta "arapongagem", não havendo qualquer indício que leve a qualquer integrante da Polícia do Senado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- acerca da contratação de detetives de Brasília e de Goiás na suposta "arapongagem", os investigadores particulares, citados na reportagem da Revista VEJA, negam em suas declarações que tenham sido procurados por qualquer integrante da Polícia do Senado Federal, bem como contratados para qualquer trabalho pela instituição Polícia do Senado Federal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inquérito policial será encaminhado no dia 12 de dezembro ao Poder Judiciário Federal com pedido de baixa por mais sessenta dias para o recebimento de outras informações que porventura existam junto à Polícia Federal acerca do fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem embargo, as investigações realizadas conseguiram apurar até o momento que não houve a participação de qualquer integrante da Polícia do Senado na suposta "arapongagem" e, com base nas declarações colhidas das pessoas citadas pela Revista VEJA, podem existir outros interesses escusos que não são objeto do procedimento policial instaurado neste órgão. Houve, SIM, a tentativa de utilização espúria da imagem da Polícia do Senado para a consecução de interesses que devem ser melhor investigados. Por isso, deve o Senado Federal solicitar às autoridades competentes o seguimento das investigações para a completa elucidação do evento, demonstrando quem auferiu, de forma indecorosa, ganhos com a referida reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a Secretaria de Polícia do Senado Federal coloca à disposição da Mesa todas as peças produzidas no inquérito policial citado, que demonstram a total isenção deste órgão policial na condução de suas competências legais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raíssa Abreu / Agência Senado&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/polcia-do-senado-no-foi-usada-para.html' title='Polícia do Senado não foi usada para investigar senador'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=7188383977574943184' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/7188383977574943184'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/7188383977574943184'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-3088766849307721992</id><published>2007-12-28T10:08:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T10:10:09.712-08:00</updated><title type='text'>Polícia faz varredura em agências de ‘arapongas’</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em Rio Preto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A DIG de Rio Preto cumpriu ontem 12 mandados de busca e apreensão em agências de detetives particulares. Nenhuma pessoa foi presa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os detetives são suspeitos de praticar interceptações e rastreamento telefônicos de forma ilegal para espionagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o delegado José Augusto Fernandes, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), as “empresas” vinham sendo investigadas havia cinco meses por ordem do Ministério Público&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cinco agências, a polícia encontrou rádios gravadores, rastreadores de celulares, interceptadores de imagens e captadores de vozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os equipamentos serão encaminhados para perícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a polícia, na maioria das vezes os aparelhos são utilizados para investigações de traições conjugais. A prática de escuta só pode ser feita perante autorização da Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polícia afirma que alguns detetives agem na clandestinidade. Trabalhos como rastreamento de celulares variam entre R$ 150 e R$ 450 por dia, dependendo do assunto investigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros tipos de investigações, mais complexas, chegam a custar até R$ 3 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ministério Público&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Ministério do Estado, pelo menos cinco detetives da cidade trabalham de maneira ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MP afirma que a prática é cometida porque as pessoas que contratam os serviços não se preocupam em buscar profissionais responsáveis e credenciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Rio Preto, existem cerca de 50 detetives. Desses, 30% trabalham de forma irregular. Segundo o MP, a região é cercada de agências clandestinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19/12/2007 Janaina de Paula - Jornal &lt;em&gt;Bom Dia&lt;/em&gt;, SJ Rio Preto - SP.&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/polcia-faz-varredura-em-agncias-de.html' title='Polícia faz varredura em agências de ‘arapongas’'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=3088766849307721992' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/3088766849307721992'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/3088766849307721992'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-6579690920343492860</id><published>2007-12-28T10:03:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T10:04:14.328-08:00</updated><title type='text'>José Genoino propõe normas para arapongagem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Marcelo Rocha&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Do Correio Braziliense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23/12/2007&lt;br /&gt;09h44-Administradoras de cartões de crédito mantêm investigação própria contra fraudes. Seguradoras fazem o mesmo. Empresa bisbilhota a concorrente. Detetives tiram o sustento da infidelidade conjugal. São investigações, grampos telefônicos e campanas que existem na informalidade, sem fronteiras entre legal e ilegal. O Congresso quer enquadrar a espionagem privada no Brasil. Proposta tramita na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) da Câmara dos Deputados para regulamentá-la. E para entregar à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) a responsabilidade pela fiscalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De autoria do deputado José Genoino (PT-SP), o Projeto de Lei (PL) nº 2542 define como “atividade de inteligência privada” toda investigação, pesquisa, coleta e divulgação de informações de interesse e para uso de quem contratar o serviço. Sem estabelecer limites, o PL abrange desde investigações de caráter pessoal, como os casos de adultério, à espionagem industrial. O texto da proposta descreve formas de execução do trabalho, regras e punições para quem desrespeitá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É polêmica em estado bruto. Episódios recentes mostram o calibre da matéria. Noticiou-se, por exemplo, que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam sido alvo de grampos ilegais. Levantou-se a suspeita de que senadores foram espionados. Acusações de investigações clandestinas marcaram negociações milionárias entre empresas telefônicas, no caso Kroll — nome de empresa americana especializada em espionagem. “É um mundo subterrâneo que ninguém conhece. É uma realidade que merece ser discutida sem qualquer preconceito”, defende Genoino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O petista foi procurado por representantes de classe dos servidores da Abin e decidiu patrocinar a idéia. Um dos argumentos de Genoino é de que a facilidade de comercialização de tecnologia banalizou atos de violação do sigilo de pessoas e empresas, o que justificaria o controle. É bom frisar que a atividade de inteligência privada não tem relação com investigações oficiais conduzidas pela polícia e pelo Ministério Público, sob a supervisão do Poder Judiciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Discussão oportuna”&lt;br /&gt;“Não se pode é querer oficializar a espionagem no Brasil”, alerta Gustavo Fruet (PSDB-PR), que desconfia do alcance do projeto. “É uma seara clandestina por natureza, mas será oportuna a discussão. Existe a CPI do Grampo na Câmara.” O presidente da comissão, Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), afirma que existe no país um “mercado paralelo inestimável de investigações informais”, sejam de caráter empresarial ou pessoal. “Acho importante regulamentar”, opina. Nos Estados Unidos, exemplifica ele, há regiões onde detetives particulares são cadastrados pela polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos desafios da CPI chefiada por Itagiba é radiografar a escuta telefônica no Brasil, saber quantos telefones são alvos de interceptações realizadas pela polícia com o consentimento da Justiça. As autoridades estimam em 300 mil. Mas se o universo de grampos oficiais no país é nebuloso, o que dizer então dos clandestinos? “É preciso muito cuidado para não se oficializar o estado de bisbilhotagem”, afirma o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Antônio Carlos Bigonha, presidente da Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR), a proposta tem o mérito de suscitar o debate. “É preciso mapear as fronteiras entre legalidade e arbitrariedade”, opina. Integrante da comissão de prerrogativas da Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal (ADPF), Marcos Leôncio Ribeiro avalia que a proposta não descreve de maneira satisfatória as infrações que poderiam ser cometidas pelos agentes de inteligência privada. “No afã de regulamentar há o risco de se chancelar uma atividade de legalidade questionável”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Associação de Servidores da Abin (Asbin), Nery Kluwe, sai em defesa da proposta: “É preciso dar um basta às extorções e chantagens que correm na clandestinidade por falta de regras claras para o setor”. Além da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara, o projeto de Genoino passará pelas comissões de Trabalho, de Relações Exteriores e de Constituição e Justiça. A tramitação nelas é conclusiva, portanto, fica dispensada a análise em plenário.&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/jos-genoino-prope-normas-para.html' title='José Genoino propõe normas para arapongagem'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=6579690920343492860' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/6579690920343492860'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/6579690920343492860'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-8981714334307844402</id><published>2007-12-26T13:17:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T13:19:22.820-08:00</updated><title type='text'>Você está sendo traído(a)?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;15 SINAIS QUE PODEM INDICAR UMA TRAIÇÃO&lt;br /&gt;por Redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3/12/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 sinais que podem indicar que você está sendo traída&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças de comportamento são os primeiros sinais de que uma relação não está harmoniosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem épocas em que o namoro ou o casamento pode não andar muito bem e a suspeita de que o parceiro esteja tendo uma aventura extraconjugal pode começar a rondar a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É provável que a vontade de revistar bolsos, o celular, procurar marcas de batom em colarinhos ou cheiro de perfumes diferentes nas roupas comece a aparecer, mas nem sempre é preciso ir tão longe para obter indícios de uma traição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a psicóloga Olga Inês Tessari, quando alguém comprometido arruma uma segunda pessoa existe um conflito interno e o sentimento de culpa acaba aparecendo, sendo assim, mudanças de comportamento e mesmo na personalidade são os primeiros sinais de que uma relação não está harmoniosa e que a possibilidade de logo haver uma traição é muito grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O detetive e diretor da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, Edilmar Lima, que já atendeu em seu escritório aproximadamente 6,5 mil casos sobre adultério, explica que todas as pessoas podem se tornar um traidor em potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cotidianamente vivemos uma disputa acirrada, é uma verdadeira batalha em prol de segurar o nosso affair, tanto o homem quanto a mulher recebem cantadas no seu dia-a-dia, no seu trabalho, na rua, na Internet, no mercado e em tantos outros lugares", afirma o detetive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Edilmar Lima, infelizmente ainda não foi desenvolvido nenhum antídoto para evitar a traição, o que se pode tentar fazer é prevenir e policiar, mas sem deixar que isto se torne uma ameaça à relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 atitudes que podem indicar que você está sendo traída:&lt;br /&gt;1) O parceiro começa a dizer que precisa de um espaço só dele, sendo que antes o casal fazia tudo junto&lt;br /&gt;2) Começam as reuniões com os amigos, onde a presença do outro é totalmente dispensável e imprópria&lt;br /&gt;3) Ele está mais interessado em comprar roupas novas ou há momentos em que sai de casa mais arrumado para fazer ações banais, como "tomar um ar"&lt;br /&gt;4) Seu parceiro há algum tempo começou a trabalhar até tarde e a ter reuniões no final de semana, mesmo sem mudança aparente no emprego&lt;br /&gt;5) Ele tem se irritado ou fica estressado com facilidade&lt;br /&gt;6) Mudança no comportamento: ele está mais amável do que o normal ou então você percebe que muitas vezes tem ficado como segundo plano&lt;br /&gt;7) Sempre que está ao seu lado e o celular dele toca ele fica sobressaltado ou quer ficar sozinho para atendê-lo&lt;br /&gt;8) Quando você telefona dificilmente consegue falar com ele&lt;br /&gt;9) O apetite sexual dele mudou. O tempo todo está ocupado ou cansado demais para você ou então de uma hora para outra quer fazer sexo a todo instante com medo de que você perceba que ele tem outra&lt;br /&gt;10) Ele começa a chegar sempre atrasado em compromissos&lt;br /&gt;11) Ele tem crises excessivas de ciúmes&lt;br /&gt;12) Quando chegam as contas, ele trata de pegá-las rapidinho para esconder gastos com telefonemas pelo celular ou com cartões de crédito em restaurantes, motéis, presentes para a amante&lt;br /&gt;13) Ele critica outros infiéis&lt;br /&gt;14) Ele se incomoda de ver você muito quieta, com medo que você desconfie da traição&lt;br /&gt;15) Ele começa a achar tudo caro e costuma dizer com freqüência que vocês precisam fazer passeios mais baratos para economizar dinheiro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/voc-est-sendo-tradoa.html' title='Você está sendo traído(a)?'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=8981714334307844402' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/8981714334307844402'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/8981714334307844402'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-8626596648840394490</id><published>2007-12-26T12:20:00.001-08:00</published><updated>2007-12-26T12:20:57.777-08:00</updated><title type='text'>A arapongagem e o silêncio comprometedor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O silêncio inexplicável do secretário de Governo, Fernando Cunha, por praticamente uma semana, só faz reforçar a necessidade de se esclarecer de uma vez por todas esta denúncia publicada na revista Veja, segundo a qual a própria Polícia do Senado teria contratado escritórios de espionagem para investigar e montar um dossiê contra o senador goiano Marconi Perillo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que o Congresso Nacional esteja atento a este fato que se revela assustador em qualquer uma das duas direções possíveis: se for verdade, estaremos diante de um crime institucional de dramática gravidade, na medida em que a própria polícia criada para a proteção de um Poder se revelaria algoz de um de seus pares, ferindo drasticamente as suas atribuições constitucionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, se a denúncia se comprovar leviana, será imprescindível que a Polícia Federal investigue a fundo para detectar o autor ou os autores da farsa, a fim de que sejam tomadas as providências judiciais no caminho da exemplar punição.&lt;br /&gt;O que não podemos é ficar à mercê de um ambiente imerso em suspeitas: o Congresso Nacional, de repente, vira palco do que seria a mais vil arapongagem, com a própria polícia do Senado acusada de envolvimento em atos repugnantes e criminosos.&lt;br /&gt;Até para que se comprove a idoneidade e a credibilidade desta polícia, é preciso que os fatos sejam esclarecidos em todos os detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente interino do Senado, Tião Viana já veio a público para dizer que "não seria nem um pouco inteligente, muito menos possível, imaginar que a polícia do Senado sairia das suas atribuições constitucionais para criar um caminho de investigação de arapongagem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, segundo a reportagem, Marconi teria sido informado da trama em outubro pelo governador Alcides Rodrigues. E a Polícia Civil de Goiás teria descoberto que dois escritórios de espionagem haviam sido contratados para levantar provas de que o senador seria sócio oculto de empresas instaladas em Goiás durante seu governo e que possuía contas bancárias sigilosas nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador Marconi Perillo disse que tomou conhecimento do suposto esquema por meio do secretário Fernando Cunha que, a pedido do governador Alcides Rodrigues, o informou da operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o governador negou a versão. Disse que soube das denúncias pela imprensa e que nunca teve nenhuma informação sobre o esquema antes. Alcides afirmou ainda que, se a Polícia Civil goiana investigou o caso, não foi por seu pedido e que nada sabia. O silêncio de Cunha é comprometedor e remete a uma conclusão: quem cala, consente.&lt;br /&gt;Há ainda outro aspecto que demanda urgente esclarecimento: em entrevista coletiva no dia 2 de dezembro em Goiânia, o senador Marconi Perillo atribuiu a "adversários locais, rivais do PSDB no País e inimigos da democracia" o esquema que teria sido montado para espioná-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É imperioso, sob pena de cair no descrédito e na irresponsabilidade das acusações vazias, que Marconi Perillo explicite que adversários são estes. Um a um os nomes precisam vir a público. Afinal, estamos diante de uma acusação genérica, que coloca sob suspeição todos os integrantes dos partidos que fazem oposição à linha política do senador em Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importa ainda de imediato que o Congresso vá ao fato central: será possível o absurdo de um escritório particular de arapongagem grampear os telefones de um senador, entrar na sua intimidade? Para que, então, adiantaria a tão contestada imunidade dos parlamentares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso, o fato indica que todos, deputados e senadores, estariam reféns de tal arbitrariedade. Até o próprio presidente Lula poderia ser grampeado por um destes escritórios privados, o que seria uma cabal violência e um desatino sem fim.&lt;br /&gt;É preciso, portanto, que todas as dúvidas sejam esclarecidas e reveladas. Quem está por trás de tudo isso? Ou as denúncias não passam de uma cortina de fumaça? E mais: por que o senador Marconi Perillo foi escolhido para ser investigado? Por que foram levantadas dúvidas a respeito de sua honestidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem que tudo isso seja esclarecido estará o Congresso Nacional sob a eterna suspeita de usar a sua própria polícia para violar as sagradas liberdades individuais, ferindo de morte a nossa democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iris de Araújo é deputada federal, integra as comissões de Relações Exteriores e Seguridade Social da Câmara, é primeira-vice-presidente nacional do PMDB e compõe o Parlamento do Mercosul &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Diário da Manhã</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/arapongagem-e-o-silncio-comprometedor.html' title='A arapongagem e o silêncio comprometedor'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=8626596648840394490' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/8626596648840394490'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/8626596648840394490'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-2906595882430037957</id><published>2007-12-26T12:17:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T12:19:09.452-08:00</updated><title type='text'>Edilmar Lima em entrevista ao DM</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Edilmar depõe na Corregedoria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O detetive Edilmar Lima, dono da Central Única dos Detetives, prestará depoimento hoje na Corregedoria do Senado sobre o suposto envolvimento de sua agência em espionagem contra o senador Marconi Perillo (PSDB). A empresa, sediada em Brasília, teria sido contratada por aliados de Renan Calheiros (PMDB-AL) para montar um dossiê contra o tucano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao DM, Lima nega ter realizado a investigação contra Perillo e disse estar surpreso com a suspeita de envolvimento de sua agência no caso. “Jamais faríamos uma coisa dessa. Não realizamos quebra de sigilo de ninguém. Não conhecemos ninguém ligado ao Marconi. Não o conheço, mas admiro muito o que ele faz pelo Estado”, ressaltou ele, que mora em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lima afirma ter recebido uma ligação entre setembro e outubro deste ano, de Luzia Aparecida Tanganelli, suposta dona da Agatha &amp;amp; Holmes. “Ela se identificou como detetive Cleópatra de Goiânia e me pediu para ajudá-la em um caso conjugal aqui em Brasília. Não me lembro o valor que cobrei”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O detetive admitiu ter muitos clientes no Senado, mas negou conhecer integrantes da polícia do Senado. “Nunca investiguei nada para Renan e não o conheço pessoalmente”. “Também quero saber quem está fazendo coisa errada. Onde há fumaça, há fogo. Vou cobrar a verdade dos fatos. Como cidadão.” (C.C.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Diário da Manhã&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/edilmar-lima-em-entrevista-ao-dm.html' title='Edilmar Lima em entrevista ao DM'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=2906595882430037957' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/2906595882430037957'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/2906595882430037957'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-52153624125156493</id><published>2007-12-26T12:13:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T12:22:14.990-08:00</updated><title type='text'>Edilmar Lima depõe na polícia do Senado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;INSTITUCIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06/12/2007 - 20h20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detetive citado por Veja nega ter sido procurado por "algum policial do Senado"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O detetive Edilmar Lima, de Brasília, afirmou, em depoimento na Polícia do Senado, que nunca foi procurado por pessoa que tenha se apresentado como "policial do Senado" ou que tenha qualquer ligação com a Polícia Legislativa do Senado. Segundo matéria da revista Veja desta semana, o detetive teria sido acionado pela Polícia do Senado para levantar informações financeiras do senador Marconi Perillo (PSDB-GO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda conforme a revista, a Polícia de Goiás teria descoberto que o pedido de investigação partira da Polícia do Senado. O senador declarou à revista suspeitar que a investigação tenha ligação com sua atuação pela cassação do mandato do senador Renan Calheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia do Senado tomou o depoimento do detetive depois de instaurar inquérito policial, determinado pelo presidente do Senado, Tião Viana (PT-AC). Conforme nota à imprensa divulgada pela Polícia do Senado nesta quinta-feira (6), foram ainda apresentadas ao detetive fotos de todos os policiais do Senado, para verificar se ele havia sido procurado por algum deles. A resposta também foi negativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a íntegra da nota da Polícia do Senado Federal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em cumprimento à determinação do Presidente do Senado Federal, foi instaurado inquérito policial objetivando a apuração de denúncia veiculada pela Revista Veja (Edição nº 2037), sob o título 'Espionagem Oficial', cujo teor mencionava que a Polícia do Senado Federal teria acionado um escritório de detetives para investigar um Senador da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O detetive mencionado na referida reportagem prestou depoimento na Polícia do Senado, onde afirmou, expressamente, jamais ter sido procurado por qualquer pessoa que se tenha apresentado como 'policial do Senado' ou tendo qualquer ligação com a Polícia Legislativa do Senado Federal, para contratar seus serviços ou para qualquer outro fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo diante dessa negativa, a Secretaria de Polícia do Senado fez questão de mostrar ao detetive fotos de todos os policiais lotados naquela unidade, sendo-lhe indagado se alguma daquelas pessoas o havia procurado ou se estaria entre o rol de seus clientes e contatos. O detetive foi categórico, destacando não haver reconhecido qualquer um dos agentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatos aqui relatados irão constar do inquérito policial em andamento na Polícia do Senado e que será, ao seu término, encaminhado à Justiça Federal."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 06 de dezembro de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eli Teixeira / Agência Senado&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/edilmar-lima-depe-na-polcia-do-senado.html' title='Edilmar Lima depõe na polícia do Senado'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=52153624125156493' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/52153624125156493'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/52153624125156493'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3134371947668293536.post-5201012124681803479</id><published>2007-12-26T12:04:00.000-08:00</published><updated>2007-12-26T12:23:07.625-08:00</updated><title type='text'>"Espionagem Oficial"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;G1 - 01/12/2007 - 18h45 - Atualizado em 06/12/2007 - 19h45&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polícia do Senado nega envolvimento com espionagem&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Denúncia foi trazida na edição da revista Veja deste fim de semana. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Polícia do Senado informa que foi aberta investigação sobre o assunto.&lt;br /&gt;A Polícia do Senado Federal divulgou neste sábado (1°) nota à imprensa na qual nega, com veemência, envolvimento com "qualquer órgão público ou privado" com o objetivo de espionagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem da revista Veja, deste fim de semana, informa que a Polícia do Senado Federal teria acionado um "conhecido escritório de espionagem política" de Brasília, a Central Única Federal dos Detetives do Brasil, para levantar informações financeiras do senador Marconi Perillo (PSDB-GO). Ainda segundo a revista, os telefones do senador teriam sido grampeados e os seus sigilos bancário e fiscal violados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nota à imprensa divulgada neste sábado, a Polícia do Senado informa, ainda, que foi determinada a abertura de investigação policial para apurar a denúncia de que "alguém ligado à Polícia do Senado" teria procurado um escritório de detetives particulares para espionar um Senador da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Senado Federal, Tião Viana (PT-AC), disse, por meio de sua assessoria de imprensa, estar "de acordo" com a abertura do inquérito pela Polícia do Senado Federal. Segundo ele, que exigiu uma apuração completa dos fatos, é "inaceitável" qualquer prática neste sentido. Sobre a reportagem da revista Veja, Viana afirmou que faltaram elementos sobre a razão de a Polícia do Senado estar espionando um senador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a íntegra da nota da Polícia do Senado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com relação à reportagem veiculada pela revista Veja sob o título Espionagem oficial, a Secretaria de Polícia do Senado Federal nega, veementemente, seu envolvimento com qualquer órgão público ou privado, com o objetivo de espionagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informa, também, que já foi determinada a abertura de investigação policial para apurar a denúncia de que "alguém ligado à Polícia do Senado" teria procurado um escritório de detetives particulares para espionar um Senador da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaca, ainda, que a transparência é um dos pilares da atuação desta Polícia legislativa federal e cita como exemplo a publicação em seu site de todos os termos circunstanciados e inquéritos policiais de sua competência, desde o ano de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia do Senado Federal zela pela proteção das autoridades, servidores e visitantes da mais alta Casa legislativa, de forma a garantir o ambiente propício ao desenvolvimento das competências constitucionais do Senado brasileiro, ajudando a fortalecer a democracia no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POLÍCIA DO SENADO FEDERAL"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia nota da Central Única Federal dos Detetives do Brasil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Diretor da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, Edilmar Lima, esclarece acusações publicada pela revista "VEJA" edição 2037, com o título "Espionagem Oficial".&lt;br /&gt;Informo que a Central Única Federal dos Detetives do Brasil, ao longo de seus 13 anos de atividades, vem construindo, a cada dia, com grande seriedade uma carreira sólida com base na honestidade, transparência e acima de tudo, profissionalismo, conforme já noticiado pela grande imprensa. Sendo assim, jamais executou e ou pactuou com qualquer atividade ilícita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o suposto episódio narrado na revista Veja, esclarecemos que a Central não teve qualquer participação nos fatos ali apresentados. Só tomamos conhecimento de tão grave e leviana acusação através da própria revista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, acreditamos que o poder público, no exímio cumprimento de seu dever, esclarecerá os fatos e ficará evidente que a Central Única Federal dos Detetives do Brasil - Ltda não tem nenhum envolvimento com tais situações ou procedimentos ilícitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Central Única Federal dos Detetives do Brasil - Ltda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edilmar Lima&lt;br /&gt;Diretor"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL200798-5601,00.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL200798-5601,00.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogger.centralunica.com.br/2007/12/espionagem-oficial_26.html' title='&quot;Espionagem Oficial&quot;'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3134371947668293536&amp;postID=5201012124681803479' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogger.centralunica.com.br/atom.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/5201012124681803479'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3134371947668293536/posts/default/5201012124681803479'/><author><name>CUFDB</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11015521069345597884</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry></feed>